sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Falta de ti.

Tu mirras miseravelmente, como se fosses uma criança, perdes carne, cor e sangue. Entristeces o olhar, especialmente quando sorris. Perdes-te em mundos de cor negra e cinza, queimados entre os nós dos teus dedos e o fumo do teu cigarro. Segues as personagens dos livros alheios, como se fossem tuas, tu, no seu mundo, que também é teu. Respiras pesado, apesar de leve parecer a quem não te conhece. E é neste carrossel que giras, dia após dia, com engrenagens bem oleadas dos mesmo escapes que sempre procuraste desde jovem. E assim sinto a tua falta, abraço apertado que nunca me sussurrou ao ouvido que tudo "vai ficar bem". Até porque tu nunca me mentiste.

2 comentários:

Rute disse...

I'll tell you a secret:

"so the play is finally at an end
You never had the care to call my bluff,
and so I must be pleased to be your friend
But what then was the purpose of this game?
I never really had a chance to win
It's true, I rather like who I became
But what am I to do with who I've been?
For I may wish to meet myself someday
among the ashes of a fire long dead
To see my shadow there and hear it say
that it was happy with the life it led"

It's gonna be fine. Just fine. =)

Sometimes we have to taste a little bit of death. For us to wake up and thank, that we still here. Breathing.

In our extreems we find why we want so bad to live. And it really means everything. ****

Firefly disse...

<3