domingo, 21 de novembro de 2010

As cicatrizes sem defesa

"Tu és a lamina que corta a minha pele nua. Mas porque me sabe tão bem o sangue a fluir até à flor da pele e deixar-te saborea-lo?

Tu és o veneno que destrói o meu cerebro. Mas porque me sabe tão bem não pensar e deixar que me quebres todas as barreiras?

Tu és o ferro que me queima a carne. Mas porque me sabe tão bem que me marques com cicatrizes para toda a vida?

(...) Sim, a personagem!
Que metáfora mais perfeita poderia eu arranjar
para espelhar os meus sentimentos por ti?(...)"

19/11/2010

3 comentários:

Pedro José disse...

Qualquer comentário tornar-se-ia oco, mas deixo aqui a minha presença atenta =)

Rute disse...

Por muito que nos magoemos, parece que temos uns instinti meui masoquista.

Neste momento sou contraste de uma alma brilhante e de um coração tão negro quanto podes imaginar.

E nem por isso deixo de me autoflagelar. Há dias... e ias, simplesmente.

Rute disse...

Estou a escrever muita bem hoje... lol ***